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quinta-feira, 1 de outubro de 2009

TRATAMENTO DE ALERGIAS

As alergias respiratórias (rinite, asma) aumentaram muito entre as crianças nos últimos anos, obrigando os pais a um tratamento cuidadoso para propiciar uma vida mais saudável a seus filhos e evitar que sejam acometidos de complicações como bronquite, pneumonia, sinusite.

A conduta mais importante no tratamento dessas alergias é a imunoterapia, isto é, dissensibilização da criança aos agentes que provocam as alergias, principalmente o ácaro, “bichinho” danado que faz ninho nos estofados, como colchão, travesseiro, almofadas, carpete etc.

Essa dissensibilização (diminuição da alergia) se faz com o uso de vacinas que são, simplesmente, doses muito pequenas do agente produtor da alergia, por assim dizer para “acostumar” o organismo a não reagir contra ele. Esse processo começou a ser feito com produtos injetáveis, em numerosas aplicações, que infernizavam a vida da criança e, habitualmente, era
interrompido, não se chegando a um resultado favorável.

Mais recentemente numerosos trabalhos científicos, vindos de centros de pesquisas em várias capitais mundiais, comprovaram que tais vacinas, aplicadas debaixo da língua (ITSL – imunoterapia sublingual), têm o mesmo efeito que as vacinas injetáveis, com a vantagem de não sacrificarem a criança. Com isso, fica possível fazer o tratamento completo (de 2 anos), o que leva ao êxito.

A explicação é simples : os vasos sanguíneos que passam sob a língua vão diretamente ao sangue, sendo mais bem absorvidos pelo organismo.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

PREVENÇÃO DO CÃNCER DO ÚTERO

Uma pesquisa feita no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo revelou que 65% das mulheres contraíram o vírus HPV (siga em inglês para o papiloma vírus humano) no primeiro contato sexual. A maior preocupação é com as adolescentes. Dados do estudo mostram que, aos 14 anos, 32% das meninas já tiveram algum tipo de contado sexual.

Outra pesquisa, feita no Instituto Fernandes Figueira, do Rio de Janeiro, mostrou que, no primeiro ano de atividade sexual, 24,1 % das jovens estudadas, com idade entre 11 e 19 anos, apresentaram lesões no colo do útero.O câncer do colo do útero, que se pode seguir a essas lesões, é o terceiro mais comum entre as mulheres. Logo após o câncer de pele e o da mama.

O exame de Papanicolau é importante para o diagnóstico, pois a doença do papiloma vírus , em 90% dos casos, pode ser curada em até 2 anos de tratamento.

Mas o melhor é prevenir. As adolescentes devem receber, antes de iniciar a vida sexual, a vacina já existente contra o papiloma vírus, que deve ser aplicada em 3 doses.Ainda é cara, mas vale a pena.